Mãe diz que médica não examinou bem a filha. Depois da alta, a criança ficou em hipotermia.

A CUF Almada abriu um inquérito à morte de Leonor Martinho, a menina de 12 anos que morreu a 22 de dezembro depois de lhe ter sido dada alta das urgências do hospital privado.
Na CUF, chegaram a dizer à mãe de Leonor, Alexandra, que as dores da menina eram “uma chamada de atenção” e sugeriram levar a criança a um pedopsiquiatra.
“Foi com enorme pesar e consternação que a Clínica CUF Almada e a sua equipa tomou conhecimento do falecimento da menina Leonor Martinho, o qual lamentamos profundamente, manifestando a nossa total solidariedade para com a sua família. A CUF deposita nos seus profissionais e nos seus processos a maior confiança, (…) tendo decidido, neste contexto, instaurar um inquérito interno, ao mesmo tempo que aguarda os resultados da autópsia, para esclarecer de forma profunda e rigorosa todos os acontecimentos”, lê-se em comunicado.
“Nesta fase e, por forma a concluir o inquérito entretanto iniciado, foi ainda decidido não incluir, temporariamente, a médica em questão na escala de serviços clínicos da Clínica CUF Almada, salvaguardando a competência e a experiência de mais de 27 anos que lhe é reconhecida. A CUF Almada e a sua equipa reitera o seu mais profundo pesar pelo falecimento de Leonor Martinho e expressa as sinceras condolências à sua família”, termina o texto.
A criança morreu no hospital Garcia de Orta, para onde foi levada pelo INEM.
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